Sarah Silverman
Tenho de vos dizer que a prosa poética desta canção tem um conteúdo subliminar intríseco, que reporta aos idos e gloriosos temas da emancipação feminina, não na vertente queima-de-soutiens, mas antes sufragista pura e dura, sem prejuízo da moderníssima afectação à canção-protesto, a que se pode juntar uma pincelada de ironia bem ao jeito da comunidade artística judaica norte-americana, a cujas fileiras Sarah Silverman pertence, claro, em disputa acérrima com as outras duas comunidades pelo controlo da indústria musical - a african-american e a gay-american -, resultando neste prodigioso exercício de estilo para o qual recruta com grande oportunidade o wonder boy da sétima arte Matt Damon e o apresentador Jimmy Kimmel para mais um dos seus retratos da complexidade da vida afectiva dos nossos dias.
Agora a sério: vejam tudo dela, que vale a pena.

2 comments
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Fevereiro 19, 2008 às 11:16 pm
Só Maria
well, yes… congratulations!

she’s got an outrageous sense of humour!
Fevereiro 20, 2008 às 1:08 am
tangas
completamente…