Ao contrário do que possa parecer, eu gosto da inveja. Simpatizo mesmo com ela.

A inveja é uma coisa que me torna consciente de que tenho algo de invejável. Que me lembra como é bom não ser invejosa. Que espelha aquilo que posso ser mas que escolho não ser.

A outra faceta da inveja é a dor de cotovelo (às vezes até gosto de sopa de cotovelos…), que na versão mais adocicada, dá a dor de corno e aquelas musiquinhas molengas e pungentes que a gente canta no banho.

Portanto, que tenho eu a dizer contra a inveja? Nada, absolutamente nada.

Ah… Este mundo está recheado de felicidade e a gente só se dá conta a sério quando aparece a querida inveja.