Gosto de coisas assim, que nascem de conversas casuais e se transformam, tranquilamente, em iniciativas arejadas que tanta falta nos fazem. Falo do Elas a Norte, claro. Começaram por combinar cafés, encontros e agora já programam com antecedência. Juntam-se às festas de outros grupos e ganham consistência sem precisar de grandes complicações para pôr as coisas a andar. Vão participar na marcha do Porto Pride que, paulatinamente, ainda pode vir a tornar-se um acontecimento maior do que o de Lisboa. A Norte levam tempo a amadurecer as vontades, mas quando tomam balanço, não param. O Tangas aplaude.