Aquelas pikenAs… que que não se consideram como homossexuais e têm paixões platónicas pelas meninas que gostam de meninas… Será que um dia destes saem do guarda-roupa e reivindicam um estatuto próprio…
r.filgueira em lésbicos
A menina r.filgueira tocou num ponto sensível quando fez este comentário no post anterior. Porque é mesmo uma questão de sensibilidade. E de contexto. O post anterior tem um contexto…
Os rótulos são para quem os quer e está no livre arbítrio de cada um considerar o que quer ou não ser. Portanto, se uma mulher não se considera homossexual mas se enamora de uma lésbica, não creio que tenhamos o direito de lhe impor seja o que for.
Vou dar o meu exemplo pessoal, porque não preciso do de outros para me explicar.
Desde que me lembro que sei o que sou. No entanto, apaixonei-me pelo pai da minha filha, casei e fui mãe. Nunca, por um instante, me passou pela cabeça que tinha deixado de ser lésbica. E quem me conhece sabe que assim foi e continua a ser.
Se alguém não se considera lésbica, mas se apaixona por outra mulher, o que lhe interessa a ela o que eu possa penar pensar ou decidir a respeito dela? Tem é de ser feliz como gosta de ser e o resto são disparates.
Apaixonamo-nos por pessoas, não por géneros ou pormenores. Cada um é o que é e deve sentir-se sempre muito bem no seu papel. Somos o que somos, não o nos querem impor.
E quanto mais verdadeiros para connosco, mais felizes e bem sucedidos nos tornamos.

35 comments
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Maio 15, 2008 às 9:48 am
r.filgueira
ora ai é que esta a questao de fundo!!
com sexo ou sem sexo a mistura o que realmente importa é amar .
E amar sendo amada já é a gloria – bem melhor – que paixoes platonicas
( com ou sem armarios e outras fantasias… )
Maio 15, 2008 às 11:02 am
Estrelaminha
bom dia!
não sei se lhe interessa para alguma coisa, mas se o post não é mais uma das suas tangas a menina subiu uns pontos aqui para estes lados.
Maio 15, 2008 às 11:28 am
tangas
não, não é tanga, menina estrelaminha. é uma das minhas muitas histórias na primeira pessoa.
foi uma coisa que aprendi, com grande esforço e empenho, esta de falar na primeira pessoa quando o assunto é sério. não há outra forma de o fazer quando se trata de emitir uma opinião baseada no que é a nossa percepção do mundo.
aqui no tangas gosto de ser o boneco da tangas criado por mim. mas até esse tem um lado e um propósito muito sério.
o resto são… tangas!
Maio 15, 2008 às 11:30 am
tangas
ora aí está, menina r.filgueira. all we need is love…
Maio 15, 2008 às 12:50 pm
Só Maria
hoje, decididamente, aqui é o dia das revelações menina tangas!
gostei da forma directa como abordou o assunto, mas em realidade a maioria das pessoas continua mesmo interessada é em classificar, rotular, colocar num qualquer armário ou prateleira… mas isso também faz parte da natureza humana.
Maio 15, 2008 às 8:06 pm
Cátia
Gostei mt deste post… Gostei da forma que desenvolveu o assunto… E novamente a Rosarinho a dar-nos uma lição… Brilhante conjugação.
Xii para as duas
Maio 15, 2008 às 10:06 pm
123deoliveira4
Pois, se não acham que os rótulos sirvam de alguma coisa, pelo menos não os usem, como se isso pudesse servir para se redimir a si própria, por algum passo (sic. eu sou muito lésbica, mas apaixonei-me pelo X Y e casei e tive uma filha…) dado em outra direcção sexualmente falando. Por isso, neste caso, aconselho a TANGAS, a verificar o parágrafo seguinte, com alguma exigencia mais próxima de uma abordagem correcta ao tema.
Definição de Lesbica: Mulheres cujos os sentimentos sexual e românticos são primeira e exclusivamente para mulheres. Mulheres que se sentem atraídas por ambos os sexos, são designadas mais exactamente como bissexuais.
É verdade que uma identificação pessoal e individualizada, pode de facto considerar que eu, tu e outros/as não possam ser definidos/as pelas categorias acima referidas, já que os seus comportamentos sexuais assumidos durante a vida, não correspondem evidentemente à expressão de nenhuma destas definições exactas.
No entanto, e isso sabemos nós (as lésbicas) que o que une duas mulheres, não é sentido do mesmo modo, como o que pode unir um homem e uma mulher, tanto no contexto sócio-cultural, bem como no afectivo-emocional. Por isso, não mascaremos as situações inocentemente, fazendo parecer que tanto faz amar um homem como amar uma mulher, porque isso tem de facto implicações, aceitações, e conotações absolutamente diferentes. Eu pessoalmente já considero um acto de malabirismo mais ou menos bem conseguido, manter as minhas relações com mulheres que gostam de mulheres, com positivismo e confiança, e defender os meus direitos e os meus objectivos como lésbica, e não me passa pela cabeça, nenhuma vontade, de ainda por cima, ter que partir do principio, que a minha parceira, possa dar o salto para um relacionamento com um homem, não só por estar apaixonada, bem como por ter assim ali abertas as portas, para a aceitação do mundo heterosexual, à mão de semear!
Portanto, parece-me, óbvio, que a questão dos “rótulos”, não é assim tão desprovida de nexo, como à primeira abordagem possa parecer, e por isso, eu rotulo-me prazenteiramente e pessoalmente, como “lésbica”, que gosta de mulheres e única e exclusivamente de mulheres, e estou muito feliz por esse facto, não tendo afectiva nem emocionalmente, vontade alguma de me apaixonar por homens!
Maio 15, 2008 às 11:52 pm
tangas
olhe, menina 1234 e mais qualquer coisa, a redenção é presunção da sua parte, porque não há no post o mínimo vestígio de redenção, de arrependimento e dessas coisas que a menina, pelos vistos, deve achar que devo sentir. muita presunção mesmo.
quanto ao conselho, dispenso. as definições, essas escolheu-as a menina, por isso, se quiser, use-as para seu proveito.
se a menina vê as coisas a preto e branco, isso é consigo. é pena que não tenha entendido que a lógica do post era exactamente o oposto do que nos mostra aqui.
acho graça à facilidade com que julga os meus supostos comportamentos sexuais por umas linhas de prosa. o seu conhecimento absoluto dos assuntos lésbicos alheios é deveras impressionante. assim como impressiona a facilidade da sua dissertação sobre os seus malabarismos emocionais e objectivos como lésbica.
francamente, não há pachorra para a sua demagogia de pacotilha.
Maio 15, 2008 às 11:54 pm
tangas
tendo a concordar consigo, menina só maria, sobretudo depois de ler o comentário maio de 68, pró-estalinismo lésbico da doutorada em lesbianismo acima…
Maio 15, 2008 às 11:58 pm
tangas
obrigada, menina cátia. a menina rosarinho hoje esteve bem, lá isso, esteve
Maio 16, 2008 às 12:01 am
Só Maria
ah… fiquei espantada com esse comentário menina tangas, até porque já li algures comentários desta mesma pessoa, que se denomina 123deoliveira4 e igualmente fora de contexto, como este!
é o tipo de discurso que eu de alguma forma coloco em paralelo com aquelas mulheres que, sabe-se lá porquê, conseguem ser mais machistas que os próprios homens!
Maio 16, 2008 às 12:19 am
tangas
ai jasus, menina só maria… tem de relevar, como dizem os iluminados.
se calhar é tudo fruto das circunstâncias. é que lá para os lados dela, ali a uma qualquer travessa da rua das olarias à graça, pode ser difícil deixar de copiar os modelos existentes e os contextos sócio-culturais que menciona no seu comentário…
Maio 16, 2008 às 12:24 am
Só Maria
relevar eu até relevo menina tangas… mas, pensando melhor no assunto, fiquei agora com a impressão que às tantas se trata de um “lésbico” e não de uma lésbica como a criatura se intitulou… será?
Maio 16, 2008 às 12:27 am
tangas
não seja mazinha…
Maio 16, 2008 às 12:29 am
Só Maria
nah… é uma simples conjectura…
com todo o respeito pelos lésbicos simpáticos que conheço!
Maio 16, 2008 às 12:48 am
123deoliveira4
…é só para vos dar os parabéns, não só pelo vosso brilhante descernimento, como iluminada inteligência, brilhantismo na prosa e na estrutura da ideia. Acertividade de pensamento e postura ex-libris. Bravo…vocês estão certas e todos os outros estão errados. É verdade…é isso mesmo, demagogia de pacotilha! E viva quem tem um olho em terra de ceguinhas…
Maio 16, 2008 às 1:04 am
tangas
obrigada, obrigada.
a menina não usa o firefox? olhe que tem um dicionário utilísssimo, que nos corrige os erros de ortografia à medida que vamos debitando letrinhas…
e agora a sério: “quem não suporta o calor, não deve trabalhar na cozinha”, menina 1234. não espera, com certeza, chegar aqui, atirar com o que lhe apetece e depois não ter resposta, pois não? a menina julgou e foi julgada. nem mais.
Maio 16, 2008 às 6:44 am
r.filgueira
cruzes credo
como dizia uma amiga minha – é areia demais para a minha camioneta –
com um baldinho chega-me all we need is love
Maio 16, 2008 às 9:00 am
Só Maria
aaah! então o problema era o olho!

eu fico com o “iluminada” e com o “brilhantismo”… já da postura não gostei tanto… existem outras mais giras!
pode ser assim menina tangas?!
Maio 16, 2008 às 12:02 pm
tangas
all we need is love, como muito bem diz, menina r.filgueira!
Maio 16, 2008 às 12:04 pm
tangas
pode, menina só maria. isto, afinal, é um blogue de expressão livre, com direito a resposta até aos limites da liberdade pessoal de cada um.
Maio 16, 2008 às 6:04 pm
123deoliveira4
obrigada pelo conselho…quando precisar de uma professorazinha de português volto a escrever tangas…e outras que tais, para ter o prazer de ser corrigida pelas eruditas de serviço LOL LOL LOL – vou a correr comprar umas “tena” para não fazer nas calcinhas – !
Maio 16, 2008 às 11:42 pm
tangas
a menina 1234 não precisa de aulas, ná. se é que me permite outro conselho, precisa é de nascer outra vez para ver se larga da mão a idade da pedra, a agressão e a vulgaridade.
aproveite a minha boa disposição, porque se continua a subir o tom, mando a liberdade de expressão às malvas e bloqueio-lhe o seu IP em lisboa, à graça.
Maio 17, 2008 às 1:52 am
zesim
Nunca aqui disse nada mas tenho acompanhado o blog porque gosto de conhecer os vários géneros de pensamento no mundo que me rodeia.
Aproveito a ocasião de ter lido uma frase que resume o meu modo de pensar, “Apaixonamo-nos por pessoas, não por géneros ou pormenores. Cada um é o que é e deve sentir-se sempre muito bem no seu papel. Somos o que somos, não o nos querem impor”, para deixar aqui a minha opinião.
Esta frase faz-me pensar qual a necessidade de defender direitos de grupos e não de pessoas e qual o motivo de tal acontecer. Faria mais sentido defender o respeito. Confesso que não consigo entender. A rotulagem tambem não entendo pois todos somos diferentes e, a rotulagem, apenas separa as pessoas ao criar grupos de rotulados. Leva à segregação, à xenofobia, a racismos, etc.
Espero não ter sido muito confuso e aproveito também para dar os parabéns pelo blog.
Já agora, sou homem mas não lésbico
Maio 17, 2008 às 6:52 pm
tangas
bem-vindo, menino zesim. faça o favor de ser quem quiser, que aqui faz-se o mesmo.
quanto à necessidade que menciona, daqui a nada posto uma prosa sobre o porquê.
obrigada pela gentileza da apreciação que faz do blogue.
Maio 19, 2008 às 12:20 pm
necessidade « tangas lésbicas
[...] Maio 19, 2008 in tangas básicas “Apaixonamo-nos por pessoas, não por géneros ou pormenores. Cada um é o que é e deve sentir-se sempre muito bem no seu papel. Somos o que somos, não o nos querem impor”[...] Esta frase faz-me pensar qual a necessidade de defender direitos de grupos e não de pessoas e qual o motivo de tal acontecer. Faria mais sentido defender o respeito. Confesso que não consigo entender. A rotulagem tambem não entendo pois todos somos diferentes e, a rotulagem, apenas separa as pessoas ao criar grupos de rotulados. Leva à segregação, à xenofobia, a racismos, etc. – zesim in quem é o quê. [...]
Janeiro 16, 2009 às 8:30 pm
meio a meio
ola. Sei que estou tanto atrasado e que minhas palavras podem por o baldirão pra ferver. Mas sinto que não dormirei em paz caso não fale. Bom conforme falastes tanga, o citado cima serve par distinguir grupos, mas eu embora seja 1 homem, não pareço homem (naturalmente sempre pareci com menina desde criança e até hoje não mudou), tenho corpo de mulher, muitas vezes me sinto mulher, entendo-as perfeitamente, tenho amigas que dizem que sou mulher literalmente, na aparência, como pensar como agir etc. Porém sinto atrações por mulheres. Seria eu um homem lésbico?
Janeiro 16, 2009 às 9:02 pm
tangas
meio a meio, o importante é o que você é. não os rótulos que nos reduzem a uma ou a outra coisa.
o post acima tem um contexto. e, dentro de um determinado contexto, podemos exaltar as nossas opiniões, discordar, atazanar, rir, brincar, sugerir.
e no contexto do senso comum, que nos obriga a ser sobretudo verdadeiros para connosco e buscar a felicidade e o bem-estar, estejam eles onde estejam, o que sentimos que somos e que devemos fazer, sem prejuízo de outros, é o que vale.
já viu que sorte a sua, com essa sensibilidade que transcende o pormenor do sexo com que se nasce?
que lhe importa a si se é lésbico, homem, mulher, menina? seja feliz e não sinta culpa por isso.
o resto são tretas, brincadeiras, explorações de conceitos. mas no que toca à nossa liberdade individual, somos nós que decidimos e somos tanto mais felizes quanto mais respeitamos o que é verdadeiro dentro de nós.
Janeiro 18, 2009 às 9:13 pm
meio e meio
Bom. nunca encarei exatamete como sorte… pelo contrário. Vivo numa sociedade um pouco tradicional, em que apenas existem papéis a serem vividos. Mas a vida real em si vai além de papéis ou rótulos. Ela está na felicidade de tal como animais, não representar, mas viver como se encontram. E infelizmente é isso que tenho que aprender. Soa meio piegas, mas tal como a fenix, preciso olhar pra dentro e procurar o renascimento. Menina, homem, mulher, gay, lésbico… Creio que a felicidade não está na definição em si, mas em apenas ter alguém do seu lado que possa compartilhar tudo. Vida, alegrias, incertezas, tristezas… Peguei o bonde andando, mas felicito-lhe pela certeza que levas contigo, tangas. Certeza essa, capaz de explorar o que tens de melhor e consigo, um relacionamento.
Janeiro 19, 2009 às 1:27 am
tangas
acho bem que se apresse, meio e meio. é que um dia, lá em cima ou onde fica o céu ou o passo seguinte, com certeza nos pedirão contas de quantas vezes nos propusémos e soubemos ser felizes. e isso nem sequer passa pela sorte grande de um relacionamento bem sucedido. apenas pelo dia-a-dia e a nossa capacidade para transformar as pequenas coisas em grandes alegrias.
Junho 10, 2009 às 7:04 pm
patricia
que se dane os rótolos!viver é melhor que sonhar,seja verdadeiro!e aproveitando o espaço quem quiser malhar comigo(corrida,bike)me mande
um e-mail que será bem vinda,me sinto só na pratica de esportes,só tenho colega sedentária,que tá no armário ou casadas que o marido manda,e
malhar com lesbicas é problema!
Setembro 8, 2009 às 4:34 am
Claudio
O Homem LésbicoQuase 24 horas depois de grande incursão pelo macho italiano, lembrei-me de uma casta de homens praticamente em extinção. Diria mesmo, que é um run for your life type of guy. Quem tem um que o saiba manter pois os perigos do seu desaparecimento farão mais estragos que o pentendo do Limahl na década de 80.
Como é óbvio, falo-vos do Homem Lésbico.
Fundamentalmente, o Homem Lésbico distingue-se dos restantes pela sua capacidade de fazer um bom minete. E eu não digo baloiçar a língua entre um lábio e outro ou, sorrateiramente, deixar fugir um dedo (ou mais…) pelo Canal da Mancha. Não. Falo-vos do homem que, para além destas coordenadas, já percebeu que o segredo está na massa. Ou seja, no clitóris. Eu sei que isto pode parecer redundante. A C Word é useira e vezeira em conversas de café. Mas quantos os praticarão? Quantos homens saberão a diferença entre chupar lânguidamente o clitóris e sugá-lo como se estivesse a chupar cabeças de camarão no Ramiro do Martim Moniz? Pela minha experiência, poucos. Aliás, contam-se pelos dedos de uma mao. A mesma que se afaga à falta do bom toque de outrém.
O que é paradoxalmente trágico e engraçado, é que todos os homens acham que fazem bons minetes. E isto só acontece por duas razões: porque durante o acto não se preocupam em saber se os tremores e gemidos que sentem e ouvem são de verdadeiro prazer, ou então porque elas sussurram um desejo que não está lá.
Gajos, seria simpático que levantassem a cabeça de vez em quando para se certificarem que qualquer que seja o ruído que ouçam não seja o de um ressonar ou aquele respirar de quem quem já adormeceu profundamente. É bonito também que questionem a parceira com elegância, que tentem verbalizar os intentos e assim aumentar o grau de excitação. Se não for pedir muito, e se isto não for uma tarefa homérica, ao subir para beijar os outros lábios, não se armem em discretos ao limpar a boca às pernas ou barriga da mulher com quem se está, fingindo que estão aos beijinhos, os queridos… É feio e desnecessário.
O Homem Lésbico é o que maneja com mestria todas estas variantes. É lésbico porque como algumas de vocês sabem, outras desconfiam, e outras estão mortinhas por saber, o melhor minete é o que é feito por mulheres. E venha quem vier. O que melhor se assemelha é precisamente o do exemplar supra. Sabe onde fica o clitóris sem ter placas de sinalização e percebe ainda a diferença entre deixar escorregar um dedo sem mais num entra e sai sensaborão, e fazê-lo com ele na minha posição «dedal» favorita ie «cana de pesca invertida». Agora descubram vocês…
Setembro 8, 2009 às 3:00 pm
tangas
ooops! censurei o comentário acima… o pikeno enganou-se. isto não é um chat.
Setembro 8, 2009 às 11:29 pm
Claudio
Desculpe-me se por algum momento fui grosseiro, não foi minha intenção!
Escrevo estas poucas linhas do Brasil, país onde nasci e resido. Ouvi recententemente esta palavra “homem lésbico” de uma amiga lésbica e fiquei curioso em saber o que realmente seria. Aqui tenho alguns amigos homossexuais (lésbicas e gays). O mundo em geral tem por costume criar rótulos, esteriótipos, porque creio que haja uma necessidade de se identificar os grupos. Na verdade creio que o que deveria interessar a todos seja homem ou mulher, seria a conduto do seu prazer, seja lá com que sexo fosse. Não sou homossexual!
Tenho muitas amigas, lésbicas e heteros com as quais as escuto, dou apoio, aconselho, me divirto, trocamos piadas e vivências. Tenho poucas amizades masculinas. Gosto de aprender cada dia mais com o universo feminino. Pois o considero em sua grandeza, vasto de infinitas emoções.
Peço novamente desculpas por invadir o espaço e aceitarei com educação sua censura.
No mais, grato pela atenção e pelo comentário.
Caso queira trocar idéias, basta escrever-me um e-mail. Terei o maior prazer em discutir.
Atenciosamente,
Pikeno…rssssss!!!!
Setembro 10, 2009 às 5:32 pm
tangas
tenho a certeza de que as suas intenções não foram nem pouco mais ou menos puras, caro cláudio. mas quem fez má figura foi o menino, que devia ter tento na língua e não assumir que tudo o que é lésbico é para a coboiada dos meninos, ok? passe bem.