Por vezes as palavras enrolam-se-nos por dentro. Não deixeis que aconteça. Há palavras que têm de sair, de se deixar soltas. Senão agarram-se a uma víscera, a um órgão, e asfixiam-nos. Digam muitas palavras, tolas, sérias, felizes, tristes. Boas palavras, más palavras, palavras assim-assim. Todas as palavras. Livres, tornam-nos também livres. E tão mais felizes…