Não sei o que me entedia mais:

1. Os pedidos de entrevistas a casais de lésbicas, sempre com as mesmas questões básicas, o mesmo vago plano de assuntos e o habitual requisito de que sejam namoradas (então uma lésbica não pode dar entrevistas sobre lésbicas se não estiver a namorar? e porquê? perde credibilidade lésbica? – e quando é que surgirá uma/um jornalista capaz de fazer uma entrevista interessante, diferente, inesperada?);

2. As eternas perguntas de lésbicas que até gostavam de dar as entrevistas, mas querem que apareçam ilustrações em vez das suas imagens;

3. A eterna falta de imaginação e ignorância dos editores dos média quando o tema é lgbt.