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De acordo com alguns órgãos noticiosos, Helena Paixão e Teresa Pires casaram ontem durante um vôo entre Lisboa e Madrid.

O jornal espanhol El Pais relata o facto e parece que o padrinho da cerimônia nas alturas foi o presidente da Associação Coordenadora Gay e Lésbica da Catalunha, Jordi Petit, que vai pedir ao governo português para que mude as leis e permita os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Antes de optarem por esta forma de oficializar a sua união, Helena e Teresa fizeram várias diligências através do sistema judicial para tentar viabilizar lo seu direito ao casamento, negado pelo Registro Civil e, posteriormente, pelo Tribunal Civil de Lisboa, de Apelação e Supremo. O advogado do casal, Luís Graves Rodrigues, apresentou em Julho do ano passado um recurso no Tribunal Constitucional, alegando que a Constituição proíbe qualquer tipo de discriminação, incluindo as baseadas na orientação sexual.

Resta saber se a união celebrada agora durante um voo terá hipóteses de ser reconhecida pelo governo português.

É bom saber que, apesar de ainda pouco conhecido, o PH é identificado como um partido que defende a não-discriminação e a igualdade de direitos e oportunidades.
É importante salientar que, apesar dos avanços que se registaram nas últimas décadas face aos direitos LGBT, devido à luta permanente de pessoas corajosas que lutam contra este sistema injusto, há ainda muito a fazer.
Temos de garantir que, ao nível legislativo, haja igualdade de direitos e oportunidades para todos (nesse sentido, o PH pugna pelo direito ao casamento e à adopção para todas as pessoas). No entanto, paralelamente, temos de trabalhar, em conjunto, pela transformação da forma como nos relacionarmos com os outros. A verdadeira revolução dar-se-á quando o ser humano começar a sentir repugnância por todas as formas de violência e discriminação (de orientação sexual, de género,de identidade de género, racial, económica, religiosa, sexual, psicológica).
Por isso, o PH apoia a realização da Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência e aproveita para convidar o Tangas Lésbicas e todos os interessados a aderir a esta iniciativa em: www.marchamundialpt.org.
Pela criação de uma consciência de paz e de não-violência.

Maria Vitor Mota – Partido Humanista

Voltamos a pôr aqui a sondagem, para estimular o vosso voto e a vontade de responder dos outros partidos:

Submeti as vossas votações prognósticas aos comentários dos partidos políticos com assento na Assembleia da República (e aos que ainda estão a amealhar para a cadeira).

Ainda não temos respostas. É assim que a gente vê a importância que tem dez por cento da população para as cabeças governantes do País… :|

family closet - copyrighted tangas lésbicas 2009

family closet - copyrighted tangas lésbicas 2009

A sua família já saiu do armário? Não? Então leia a entrevista à AMPLOS e recomende:

http://dn.sapo.pt/gente/interior.aspx?content_id=1328905

Já agora, deixem ver quem ainda está mais no armário que a família:

Houve aqui um acidente, com posts a desaparecerem. Volto a pôr aqui os que recuperei :(

fotografia cedida por KR

fotografia cedida por KR

Toca a clicar aqui:

Nunca é demais lembrar (e não percebo porque lhe chamam reconversão, porque a nós ninguém nos converte a coisa nenhuma, quanto mais reconverter…):

Orientação sexual: Associação Americana de Psicologia repudia terapia da reconversão

06 de Agosto de 2009, 14:42

Nova Iorque, 06 Ago (Lusa) – A Associação Americana de Psicologia (APA) desaconselhou hoje os profissionais de saúde mental a dizerem aos seus clientes homossexuais que podem tornar-se heterossexuais através de terapia ou outros tratamentos.

Numa resolução aprovada pelo conselho executivo da APA e num relatório anexo, a associação emitiu o seu “mais amplo repúdio” face à terapia da reconversão, um conceito defendido por um pequeno mas insistente grupo de terapeutas norte-americanos, muitas vezes aliados a grupos religiosos.

Em Portugal, este tema esteve na origem de uma petição dirigida ao bastonário da Ordem dos Médicos (OM) por centenas de técnicos de saúde mental, exigindo um esclarecimento da direcção e uma tomada de posição do Colégio da Especialidade de Psiquiatria.

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