É uma frescura começar a semana a ouvir o antolólogo de poesia Jorge Reis de Sá, com a sua vozinha mansa do Norte, a defender uma nova designação para o casamento civil, já que casamento é mesmo o católico. E assim resolvia o pikeno a questão, ele que acha que sim, que esta coisa da discriminação é como a que havia nos Estados Unidos e por outros lados.
Ou seja, o rapaz vai para a única televisão que reconhece o casamento entre os seus funcionários do mesmo sexo e lhes reconhece os mesmos direitos dos outros cidadãos, dizer isto: pronto, vocês casam, mas não têm direito à palavra casamento, que essa é católica. Ou seja, façam lá o que quiserem, mas chamem-lhe outra coisa, que o que é casamento para uns não é para os outros. É só uma discriminação mais pequenina, certo? Riqueza…





5 comentários
Comentários feed para este artigo
Dezembro 28, 2009 às 4:46 pm
André!
Podia-se dizer tanta coisa sobre isso, mas as vezes mais vale estar mas é calado…
Dezembro 28, 2009 às 6:35 pm
tangas
pois. mas se o pikeno tivesse estado calado, era brilhante
Dezembro 29, 2009 às 3:18 pm
pilantra
Coitado! Deixem lá o rapaz asnear que está na idade das burrices e da imortalidade!
Ele nem sabe o que é o casamento, ignora que o matrimónio católico é uma benção, etc..
Nem vale a pena mandá-lo à merda. É como «o outro do bolo-rei» :«come chocolates, pequena, come chocolates!»
Dezembro 31, 2009 às 3:04 pm
S.M.
Como diz o m filho : “bonito, atão…”
Eles preocupam-se tanto connosco, taditos, não querem que nos falte nada… até nos querem dar um casamento só p nós ( c outro nome, claro, pk o outro é só deles e não emprestam!)
Feliz Ano Novo na tanga
Janeiro 4, 2010 às 12:44 pm
Patrícia Gomes Lucas
Coitado, é bom poeta mas não percebe nada de igualdade, respeito e coisas assim ínfimas. O problema é grande parte dos portugueses ter a mesma mente tacanha que esse senhor. Estamos bem lixados.