É uma frescura começar a semana a ouvir o antolólogo de poesia Jorge Reis de Sá, com a sua vozinha mansa do Norte, a defender uma nova designação para o casamento civil, já que casamento é mesmo o católico. E assim resolvia o pikeno a questão, ele que acha que sim, que esta coisa da discriminação é como a que havia nos Estados Unidos e por outros lados.

Ou seja, o rapaz vai para a única televisão que reconhece o casamento entre os seus funcionários do mesmo sexo e lhes reconhece os mesmos direitos dos outros cidadãos, dizer isto: pronto, vocês casam, mas não têm direito à palavra casamento, que essa é católica. Ou seja, façam lá o que quiserem, mas chamem-lhe outra coisa, que o que é casamento para uns não é para os outros. É só uma discriminação mais pequenina, certo? Riqueza…