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A revista lésbica DIVA vai comemorar a sua 150ª edição com uma capa de lésbicas e bissexuais nuas, para o que está a lançar um apelo a todas as pikenas que queiram participar no evento. A capa vai ser fotografada em Agosto, em Londres. Quem quiser participar pode enviar um email para 150@divamag.co.uk, com cover 150 no assunto, acrescentando a idade, nome, telefone e email para depois receber informações sobre o evento.
Todas as participantes da sessão fotográfica serão convidadas para a festa VIP da revista em Outubro e receberão uma cópia da capa assinada por Jane Czyzselska, editora da revista, mais um exemplar do número e um saco de ofertas no valor de cinquenta libras como agradecimento pela colaboração.
Decorre também um concurso de fotografia de moda com o mesmo tema, aberto a todos e com um convite à imaginação dos participantes. O melhor trabalho será apresentado na edição nº 150 da DIVA. Dois outros serão escolhidos para publicar uma sessão de fotos de moda Agosto/Inverno08 no site da revista, www.divamag.co.uk. Vejam mais pormenores na página.
Foto de Kevin Thom para uma campanha da organização Heterosexuals For Same Sex Equality.
“As descontentes” - imagem de Cão Meigo sobre uma frase da eterna Madalena Barbosa
Legitimidades: o interesse da criança na heterosexualidade
Já se cheira no ar o interesse mediático na questão LGBT. Em Portugal, política sexual, só quando o rei faz anos ou tod@s se mexem.
O tópico que se segue é o casamento homossexual, donde se vai ramificar a questão da transexualidade/identidade de género. Vai-se apelar ao savoir faire de nuestros hermanos, e isto para olhar só para “os que estão a favor”, que os que tão contra … (até doi!)
Passámos recentemente por uma nova regulamentação do aborto e da procriação assistida, e ainda assim, o que apresento é algo de que nunca ouvi falar nesse debate (mas que os nuestros hermanos também regulam mais, errr… correctamente)
A lei por cá garante a impossibilidade da grávida recusar a paternidade legal a um homem (omitir), e a investigação policial que daí decorre (automática, feita em nome do interesse da criança).
A criminalização (com 3 anos de gaiola) da fertilização caseira (uma das possíveis origens dessa gravidez).
A excepção é a “clínica”, essa entidade que está autorizada a manipular o estatuto paternal, dador>pai-de-afecto>pai-de-lei.
A condição deste acto clínico é a possibilidade de “enganar” a criança face á sua origem, razão da discriminação da homoparentalidade. (equiparar a presença de penis ao conjunto das demais caracteristicas da parentalidade)
Esta condição legal tem efeitos surpreendentes. Investigação policial da (vida sexual da) grávida que se recusa a cooperar, isto é, a assignar como parente um homem que é para ela um dador. Sobreposição da parentalidade com o acto (hetero)sexual em si (e isto explica a anterior lei do aborto, tópico violação/consentimento).
A clínica aparece como A mediadora legítima entre homens e mulheres. Mesmo a autodeterminação dos homens, que parece a razão de ser destas leis, está sob ataque.
Faço um repto para que, a começar na comunidade lésbica, se dê um aval preguiçoso às instituições que já estão publicamente a defender o casamento, e se concentre esforços nesta situação.
Porquê? (se necessário ainda)
Porque a legitimação da homoparentalidade antecede a legitimação proveniente do casamento, mesmo no caso da adopção.
Porque excede a “questão” LGBT, incluindo-a.
rosa-que-fuma
3ª Marcha do Orgulho LGBT do Porto
Ver mais aqui: jpaulo2k1.
Provavelmente este estudo não me deveria ter passado ao lado, e provavelmente grande parte dos leitores e leitoras deste blog já o leram. É natural, porque ele data de Maio passado, mas entendi que não deveria deixar de o mencionar.
Trata-se de um estudo levado a cabo pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa que elaborou o inquérito e entrevistou 3643 indivíduos entre os 16 e os 65 anos sobre a saúde e a sexualidade. O inquérito tenta também retratar a sexualidade Portuguesa e caracterizar a nossa sociedade em relação à homossexualidade.
Segundo este, aproximadamente 70% dos Portugueses condena as relações homossexuais e mesmo entre as camadas mais jovens a maioria reprova a homossexualidade e a taxa de repudio nunca desceu dos 50%. Ainda segundo este estudo, salienta-se o facto de os homens serem mais críticos no que toca às relações homossexuais do seu sexo, sendo que quase 59% as consideram totalmente erradas, mas, com relação às mulheres, a desaprovação desce para quase 54%.
É então que me começo a questionar sobre a positividade de um estudo desta natureza, pois se por um lado os resultados não nos mostram nenhuma realidade desconhecida – a de que vivemos numa sociedade maioritariamente homofóbica – pergunto-me qual a razão por detrás da tentativa de perceber quantos somos nós afinal - os homossexuais em Portugal - e porque se parte em seguida para a afirmação de que estamos muito longe de ser 10%.
O que importa, e a quem, quantos somos afinal, se obviamente muitas pessoas não assumirão jamais a sua homossexualidade enquanto sentirem que vivem num ambiente que lhes é hostil e que as reprime? É que, este facto por si só deita desde logo por terra a possibilidade de se chegar a números reais e concretos.
Por isso continuo a pensar que este tipo de questões levantadas numa sociedade que só tende a reconhecer direitos às maiorias, tem muito que se lhe diga…
Olho para este inquérito ou estudo e não lhe reconheço nenhuma vantagem ou avanço, quer de índole científica quer de ordem social. Assim, das duas uma, ou foi feito sem qualquer objectivo específico parecendo inócuo à primeira vista, ou então serviu mesmo para fortalecer barreiras.
Li em considerações tecidas por outras pessoas sobre este mesmo inquérito, que durante o III Reich também se tornou necessário saber quantos Judeus havia na Alemanha. E certamente a opinião maioritária era, então, de que era errado ser judeu.
Eu vou à marcha. Mais uma vez e sempre. Com a mesma vontade e a mesma alegria da primeira vez. Não consigo descrer de que nos compete tentar melhorar o mundo que temos, este em que vivemos, do qual somos parte integrante.
Vou à Marcha pelo espanto de ver tantas pessoas tão diferentes, juntas para celebrar a sua coragem de não fugirem de si.
Vou à Marcha para me lembrar de que sou mesmo livre, de que já não é crime, nem pecado, nem vergonha. (Mesmo que o seja , ainda, para muit@s).
Vou à Marcha para re-encontrar pessoas que só vejo nesse dia.
Vou à Marcha para poder dizer que vou e ter a esse propósito algumas conversas muito necessárias.
Vou à Marcha para dizer que fui, para contar como foi, para poder dizer da legitimidade e parcialidade do que a TV mostrou ou não mostrou.
Vou à Marcha porque ainda há tanto para fazer. Porque continua a ser tão complicado ser lésbica aos 16 anos. Porque ainda faltam tantos livros e filmes. Porque as leis têm mesmo de mudar. Porque não aceito que não me respeitem, como sou. E não quero ficar calada.
Vou à Marcha porque gosto de saltar e pular e dançar!
Vou à Marcha porque não me lembro de nada melhor para fazer nesse dia!!!
Vou à Marcha porque toda a gente devia ir à Marcha!!
E as mulheres são lindas e as drags são o máximo e os gays são tão gays nesse dia!!!
E vou à Marcha para que possa, sempre, ir à Marcha!!
E tu?!
Fabíola Neto Cardoso
Cultura: artigo sobre a Cassandra Rios, a proscrita autora brasileira de romances lésbicos, por Adriane Piovezan.
Book Expo America
O que vamos ler nos próximos tempos
Vamos todos ser verdes. Vamos poupar papel e usar papel reciclado. Vamos salvar o mundo. O futuro é o digital. Viva o Kindle, viva o Sony Reader (leitores de e-books), viva o Print-on-Demand (livros impressos a pedido). Esta é a mensagem mais forte da Book Expo America (BEA), a feira norte-americana dedicada ao mundo editorial que decorreu no Los Angeles Convention Center.
Pronto, está visto que o Tangas segue as tendências mundiais ao começar por publicar a Colectânea de Contos em e-book.
Há um manifesto sobre as razões desta marcha no blogue Marcha do Orgulho LGBT 2008.
E podem subscrevê-lo através do e-mail marchalgbt@gmail.com.
Atenção a este ciclo de cinema no Maria Vai Com As Outras, no Porto. Começa a 30 de Maio, para comemorar três anos do GRIP, e vai até Julho.
Starched
Miles de chicas de toda la Europa, diz o anúncio do Circuit deste ano.
Starched (2001), com Kelly Reilly, passou por lá.
Há coisas que são sinais dos céus…
(foto NASA)
Descobri este lindo artigo no DN de hoje:
Quando as galáxias se encontram no escuro…
Ainda assim, há imagens que nos apanham de surpresa. Que nos deixam, até, ligeiramente desconfortáveis. Como se houvesse algo de reconfortante na presunção de que aqueles arquipélagos de luz, na imensa escuridão do espaço, são eternos, e eternamente solitários.
Nas celebrações do 18.º aniversário do Hubble, como que marcando a definitiva chegada à maioridade do telescópio espacial, a NASA divulga um inédito conjunto de 59 registos fotográficos onde, em rigor científico, se observa uma colisão entre gigantes e a subsequente destruição e reorganização das estrelas e dos restantes corpos que as compõem.
Um acontecimento raro em si mesmo - acontece uma vez num milhão no universo conhecido - mas que ganha uma nova escala quando nos surpreendemos a acreditar que o que vemos é algo de mais…vivo.
Felizmente, os cientistas que, em vários pontos do mundo, interpretam os olhares do Hubble sobre o espaço, não são imunes a estes delírios, aparentemente ridículos. E, longe de quebrarem o feitiço das imagens, alimentam-no um pouco mais, afirmando sem hesitação: “As galáxias têm um lado selvagem. Têm encontros amorosos, que por vezes terminam em grandes fusões e em ‘alas de maternidade’ a transbordar de estrelas recém-nascidas, à medida que as suas massas em colisão se unem emnovas e maravilhosas formas.”
As imagens divulgadas pela NASA inserem-se no projecto GOALS (Great Observatories All-sky LIRG Survey), que, além do Hubble, combina fotografias e registos de infravermelhos dos observatórios Spitzer, Chandra e Galaxy Evolution.
Os cientistas estão a conduzir um detalhado estudo de cerca de duas centenas de galáxias do universo conhecido, selecionadas pela intensidade das suas emissões de infravermelhos. Estas galáxias são divididas em diversas categorias, mas em geral distinguem-se pelo facto de emitirem pelo menos 90% do seu espectro em infravermelhos. Estão associadas a diversos fenómenos astrofísicos, como a formação de galáxias elípticas e quasares, e constituem um interminável manancial de informação.
Enquanto os seus segredos não são desvendados, no entanto, é bom saber que mesmo as mentes mais informadas, que analisam as estrelas com um detalhe incompreensível para o comum dos mortais, também sonham acordadas quando olham para o céu.
Se fosse passar uns dias num alojamento que se auto-designasse «lesbian friendly» (ou seja «amigo»), que expectativas criaria à volta do que esse estabelecimento deveria oferecer? Algo de subtilmente diferente? Nem por isso? Há já quem esteja nos USA a fazer uma especificação para que esses alojamentos não digam gratuitamente que são lesbian friendly e depois, nada acontece… - J. C.
Eu cá esperava, no mínimo, lap dance e festa de arromba. Variedades. Sei lá…
Filmes e séries lés mais vendidos:
1. When Night is Falling
2. Tick Tock Lullaby
3. She Likes Girls 2
4. Sonja
5. Spider Lilies
6. The Gymnast
7. A Love To Keep
8. Dantes Cove Season 3
9. The L Word: Season 4
10. Exes and Ohs
(top www.wolfevideo.com)
Jodie Foster interpreta uma escritora com agorafobia em Ilha da Imaginação, uma comédia que é o seu último trabalho antes de se dedicar ao roteiro e à realização de um filme sobre Leni Riefenstahl, a cineasta alemã que trabalhou sob os auspícios de Adolf Hitler.
Foster considera-se uma pessoa corajosa, mas confessa que o seu único medo é de fazer compras. Cinco minutos depois de entrar nalgum sítio para comprar qualquer coisa de que precise começa a passar mal e tem de fugir. Ele há fobias…
As celebrações do pride madrileno deste ano vai ter como tema a visibilidade lésbica. Em Portugal podíamos fazer o mesmo, mas põe-se o problema de não podermos ter o senhor josé como participante…
O pikeno Obama falou (?…) à Advocate sobre a sua agenda para os gays. Quem fala assim às vezes é mesmo gago.
O letras fora do armário, da responsabilidade de um grupo de estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa, quer combater a discriminação naquele espaço e promover a visibilidade e a discussão. Para já, fora do armário estão três. Mostram iniciativa, mas já agora, era giro ter nomes e caras também.
O Vidas Alternativas, que pôs ontem no ar mais um programa, o VA 116, com um apontamento sobre o Concurso de Contos do Tangas.
Há um novo post no Sexualidades no Feminino, Viver a sexualidade de forma gratificante e saudável.
E, finalmente, a polémica do momento:
E se… As mulheres não precisassem dos homens para a reprodução?
Um excerto muito bonito do artigo A Diferença Invisível, da Eduarda Ferreira na revista Educação Sexual Em Rede, Nº 3, a não perder.
Conheci a Eduarda no ano da formação da Ilga, numa reunião do Grupo de Mulheres que então dava os primeiros passos. Tenho acompanhado o excelente percurso que tem feito na defesa dos direitos lgbt e considero-a uma das pessoas mais sérias, coerentes e capazes no que lhes diz respeito. E gosto da maneira simples e assertiva como vai expondo estes temas.
Solange F., apresentadora do programa de TV Curto Circuito, exibido pelo canal português SIC, assumiu sua homossexualidade no último final de semana, em uma reportagem da revista “Única” intitulada “Lésbicas, e muito mulheres”. Na reportagem, mais cinco mulheres lésbicas revelaram suas orientações sexuais.
Para o presidente do grupo Opus Gay, Antônio Serzedelo, a decisão de Solange é de “se tirar o chapéu”, pois suas afirmações vêm “romper com a pouca visibilidade que as lésbicas ainda possuem na sociedade portuguesa”. Segundo Marita Ferreira, dirigente da associação portuguesa Tangas Lésbicas, a atitude de Solange foi muito positiva. “Por ser uma mulher bonita, ela vem colocar em causa o preconceito de que lésbicas são feias e gostam de mulheres porque os homens não as querem”, disse.
Para a própria Solange, “ninguém tem o direito de julgar seja quem for”. Na reportagem publicada pela revista Única, a apresentadora afirma que conhece muitas meninas que foram expulsas de suas casas por terem se assumido homossexuais.
Solange acredita também que por apresentar um programa para jovens, suas revelações sejam ainda mais relevantes.
Agora que fui promovida a dirigente, vocês vejam lá… Também gosto da interpretação livre que o João Saramago fez do que eu lhe disse. Afinal, não se pode pedir a uma pessoa que sempre viu o mundo a preto e branco que, de um dia para o outro, distinga brilhantemente cada uma das cores do arco-íris. Fica a certeza de que é, pelo menos, um jornalista sério (conheço-o desde que começou a estagiar no Correio da Manhã) e que se preocupou em escrever uma peça coerente a partir da ingrata tarefa de ‘matar’ a reportagem da Única à razão de comentários de terceiros.
A Family Affair by Helen Lesnick
Este filme é delicioso. Realizado e interpretado por Helen Lesnick, é a história de uma noviorquina judia e deprimida que chega à Califórnia e tem de enfrentar o das pessoas saudáveis e da comida saudável, uma mãe militante do movimentos das famílias de homossexuais que apoiam os mesmos homossexuais. Mais uma nova namorada e uma ex. não percam, porque o humor é impagável. Já tem uns anitos, mas não perdeu a verve.

(A propósito deste post da menina iaNa)
Também precisamos de uma heroína. Este conceito não é meu, nem sequer é novo. Todos nós precisamos dos nossos heróis, dos nossos modelos. E a comunidade lésbica, em Portugal como noutros países, está mesmo a precisar de ter o seu ícone num altar público.
Acontece que a Solange, que se tornou uma cara mediática no programa Curto Circuito, corre sério risco de se tornar essa heroína. A entrevista desta semana na revista Única, do jornal Expresso, pode configurar a sua mediatização como a figura de que necessitam as lésbicas portuguesas para uma maior visibilidade.
Há mais cinco mulheres a dar a cara, algumas bloguistas eméritas, mas a Solange está a ter o protagonismo que lhe confere o facto de ser uma figura conhecida e, por isso, mais facilmente identificável pelo grande público. Sem nenhum demérito para as restantes mulheres que também se prestaram a deslindar alguma da sua privacidade, todas elas sem receio que isso vá provocar grandes comoções na sua vida profissional ou privada.
O mérito da Solange é o de estar no sítio certo à hora certa e poder ter postos em si os olhos de muitos jovens que já a apreciam pelo seu trabalho no programa. Faz disso bom uso neste caso. Não julguem, no entanto, que ela é uma estreante nestas andanças, porque a conheci no programa Maria, Maria, que aqui há uns anos ia para o ar todos os meses na Rádio Voxx, feito por lésbicas e para lésbicas. E, para quem não sabe, tinha rádio-novela e tudo.
Também tem um certo cachet a forma como admite, no vídeo do YouTube preparado pelo jornalista do Expresso para divulgar o trabalho, que muitas vezes foi dúbia na forma como se apresentou quanto à sua sexualidade.
Hoje deve ter havido complot no jardim. Istapores dos pássaros que não se calam… Adiante.
O jornaldocentro.pt dá destaque à formação do primeiro grupo de apoio à comunidade lésbica, gay e bissexual que surge agora em Viseu. Podem ler aqui.
Fiquei a saber que a Buffy aparece finalmente nua ao lado de Satsu, outra caçadora de vampiros, com calcinhas e outras peças íntimas (incluindo um teddy…) atiradas pelo quarto, o que fez da edição em quadrinhos da Dark House destaque no The New York Times.
Entretanto, a criadora do Harry Potter resolveu divulgar que o mentor do pikeno, Albus Dumbledore, é homossexual, frisando que a homofobia é um medo de amar as pessoas, mais do que o próprio acto sexual. Também disse que há muitas coisas mais importantes do que o facto de ele ser gay, sendo que fiquei sem perceber então para que diz que ele o é. Enfim, às vezes também sou burrinha…
E bye-bye l-word, que acaba em 2009. Estão a ser filmados os últimos oito episódios da sexta série encomendados pela Showtime, para serem transmitidos no ano que vem. A Ilene Chaiken quer continuar online.
Fernanda Takai - Diz Que Fui Por Aí
Zé Keti e Hortencio Rocha
Ben Affleck on Jimmy Kimmel Live 2-24-08 part 1
Esta entrevista surge na sequência deste vídeo (ocasião única para ver o pikeno salteador da arca perdida travestido), que o Noise assinalou (obrigada, Pedro Barulhento), e que é uma resposta a este que indico neste post. E continua aqui.
Fora de controlo…
Sarah Silverman
Tenho de vos dizer que a prosa poética desta canção tem um conteúdo subliminar intríseco, que reporta aos idos e gloriosos temas da emancipação feminina, não na vertente queima-de-soutiens, mas antes sufragista pura e dura, sem prejuízo da moderníssima afectação à canção-protesto, a que se pode juntar uma pincelada de ironia bem ao jeito da comunidade artística judaica norte-americana, a cujas fileiras Sarah Silverman pertence, claro, em disputa acérrima com as outras duas comunidades pelo controlo da indústria musical - a african-american e a gay-american -, resultando neste prodigioso exercício de estilo para o qual recruta com grande oportunidade o wonder boy da sétima arte Matt Damon e o apresentador Jimmy Kimmel para mais um dos seus retratos da complexidade da vida afectiva dos nossos dias.
Agora a sério: vejam tudo dela, que vale a pena.
Mecano - Mujer Contra Mujer
Quem se lembra? Há quanto tempo?
Claire Bretécher
se não conhecem, percam algum tempo a visitar o site dela e a folhear na FNAC os livros que desenha.
Jeanette Winterson - Faith and Reason
além de brilhante na escrita, esta mulher consegue ser igualmente brilhante no humor com que conta as suas tragédias pessoais.












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