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Diariamente, enquanto Gays, somos afrontados, insultados e humilhados pelas mais diversas pessoas e nas mais diversas formas.
A intolerância vai grassando por este mundo. Torna-se então necessário que nos organizemos e nos expressemos de forma colectiva para reivindicar direitos que nos são negados e que não deveriam sequer suscitar discussão.
Ontem estive na Marcha LGBT Lisboa, quis juntar a minha presença e a minha voz ao clamor para que nos sejam reconhecidos direitos iguais e para que a nossa sexualidade não seja uma barreira para que isso aconteça.
Confesso que ponderei bastante sobre a minha participação nesta marcha, não porque não ache que ela não se deva realizar ou porque não tenhamos mesmo que chamar a atenção do mundo para os recordar que também somos cidadãos, que temos deveres iguais e por conseguinte queremos direitos iguais. Não, a minha relutância vai quanto ao conteúdo e à forma de expressar o protesto.
É que, da mesma forma que não gosto que me chamem “fufa” em tom depreciativo, também não posso ir gritar pelas ruas de Lisboa “mulher verdadeira, é fressureira” ou “homem verdadeiro, leva no pandeiro”. Este tipo de afirmações desrespeita também os demais e não nos coloca numa posição reivindicativa séria.
Este é o tipo de afirmação que não nos leva a lugar algum. Temos que nos fazer ouvir, reivindicar, lutar, mas temos que ser sérios e coerentes nessa tarefa. Acima de tudo, não podemos ser injustos, rotuladores e julgadores se é precisamente contra isso que lutamos. Persistir neste tom reivindicativo é mantermo-nos no ghetto, isolados dos demais; porque às tantas há a tendência até para nos julgarmos melhores que os outros, o que também não é verdade.
Não sou apologista do “olho por olho, dente por dente”. Não me considero mais mulher por amar outra mulher. Sou uma mulher igual a qualquer outra.
Da mesma forma que quero que me respeitem pelas minhas opções, também devo respeitar as dos outros.
Prefiro de longe outros slogans que foram utilizados, como: Sim! Sim! Sim! Nós somos assim!
(foto ambienteg.com)
Saiu do armário e bateu com a porta. Nas voltas que a vida dá, Jodie Foster acabou com uma relação de catorze anos por causa do seu affair com Cynthia Mort, argumentista e produtora, co-autora do último filme de Foster, The Brave One.
Quer continuar a criar os seus dois filhos com Cydney Bernard, a ex-namorada. Mort, por seu turno, tem dois filhos em conjunto com a actriz Merlanie Mayron, ex-namorada e amiga.
porque hoje o dia tá que é uma beleza…
Voá borboleta, abri bôs asas e voá
Bem trazêm quel morabeza
Quand m’oiábô
Bô ca têm ninhum tristeza
Mesmo si bô ta morrê manhã
Dor ca ta existi pa quem voá
Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá, mesmo se vida bai amanhã
Borboleta…
Se um prende vivê ess vida
Cada dia voá
É um mensagem pa tude gente
Qui tá sobrevivê, tude alguêm sim força pá voá pa vivê
Lá na mei de escuridão,
No podê encontra razão
Só no credita
No podê voá
Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá
Mesmo se vida bai amanhã
Borboleta
No podê vivê nos vida
Cada dia voá
Borboleta - Sara Tavares

Julgavam que eu estava a brincar? Olhem que não…
Isto é uma pequena amostra dos congressos de passarada que se organizam nas árvores à volta da minha janela. Logo de madrugada.
Os istapores dos galináceos já perceberam que isto é uma casa em que não se discrimina e o resultado é o abuso que se vê. Já ando a engalinhar com isto…

Como isto do amor tem que se lhe diga, há quem não deixe os créditos por mãos alheias e vai de criar um maço de vouchers de amor. Nada mais prático para quando a cara-metade se “esquece” do essencial: toma lá voucher! Ele há para abraços, beijos, flores, saídas românticas, noites especiais, jogos de amor. Melhor? Só na farmácia…
A propósito, já escolheu o seu voucher para hoje?
(vão dando uma vista de olhos nas Notícias para saber as últimas)
















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