Vi a frase que coloquei como tema deste post, num pacotinho de açúcar na minha última viagem.

Dá que pensar. Oh! Se dá. Ao contrário do que se pense, não é um processo fácil, pacífico, de pouca monta.

Encontrar uma pessoa que signifique para nós o ícone do amor perfeito, é improvável. Cairmos de paixão por essa pessoa é difícil. Essa pessoa apaixonar-se por nós é quase impossível. Ficar juntos é inviável. A relação durar é um milagre.

E a questão desta incompatibilidade nas relações tem a ver com mil e uma coisas, qual delas mais difícil de explicar, entender e sobretudo de gerir.

A vida tem as costas largas, o outro também não fica impune mas nós, sim nós, somos os grandes obstáculos à perenidade do hamor.

Tenho para mim que só assumindo as nossas culpas nos fracassos, derrotas, empates, indecisões amorosas, podemos aprender alguma coisa e tentar da próxima vez fazer melhor.

Só com o resgatar de culpas, medos, distracções, traumas, poderemos amar-nos mais e consequentemente conseguir amar mais e de preferência mais vezes o hamor que nos calhou em sorte.