Gert e Toñi, duas activistas lgbt de longa data, na marcha de Lisboa


A viragem à direita já começa a fazer-se notar, com a RTP a assumir as “dores” do novo partido no governo e a não passar imagens da marcha do orgulho lgbt em Lisboa. Mesmo sabendo que os lgbts também lhes pagam os ordenados de excepcção como contribuintes que são. Esperemos que, com a privatização desejada para a empresa por este executivo, os queridos jornalistas se dêem ao trabalho de ler o seu código deontológico e comecem finalmente a pô-lo em prática.
A SIC foi a excepção, apesar de ter destacado, como é hábito, o “colorido” das manas drag e não ter dado um segundo sequer a qualquer activista capaz de transmitir uma ideia real sobre o que a marcha significa. Mas mostraram a Margarida da Amplos, que lá estava com a sua família, a dar o exemplo.
Senhores jornalistas: as marchas não são um carnaval; têm um fortíssimo motivo social por trás. Aposto que se fizermos um estudo sobre o género de informação que que os jornalistas realmente conhecem acerca do movimento e das questões lgbt, o nível das respostas seria no mínimo chocante.

Gert junto a uma das faixas da marcha