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— Está a tratar das roseiras?
— É o que lhe parece?
— Que mania de responder com outra pergunta… O que está a fazer, afinal?
— A roubar um par de rosas, claro.
— Mas são as suas rosas, não são? Como pode a menina estar a roubá-las?
— O jardim é meu, mas a rosas são da minha mãe. E fale mais baixo, ou frito-me.
— Não tem vergonha de estar a roubar as rosas da sua mãe? E ainda por cima, na sua idade, com medo de ser apanhada?
— A menina conhece a minha mãe…
— Tem razão. Mas para quem são as rosas?
— Quer saber demais.
— Credo, não há forma de dialogar consigo sem essas manobras defensivas.
— É só para não a mandar bugiar logo de caras.
— Ah…
— Não melhorou a qualidade do diálogo, pois não?