tangas lésbicas

(entrevista de R. U. Sirius a Kathy Acker (1947 – 1997) – ver original aqui – tradução: Tangas)

Chama a si própria Acker. E Acker é uma pessoa com quem de vez em quando ando. O mais fixe é podermos falar de tudo e ninguém ficar chocado (embora ela decida, por vezes, que sou um porco sexista). Alguns chamaram-lhe a nova geração Burroughs (autor da beat generation).

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Kathy Acker é uma romancista. Li pela primeira vez os seus ruídos interiores staccatonuma revista dadaísta canadiana algures pelo fim dos anos setenta. Pensei, “aqui está a nova geração Burroughs”, ou coisa parecida. Ela usa a apropriação, múltiplas referências de ego, múltiplas referências temporais, honestas e violentas obsessões libidinosas, discurso desconstrutivo e revolucionária repulsa de forma muito vantajosa- Os livros dela incluem Blood and Guts in High School, Empire of the Senseless, In Memoriam to Identity e My Mother:…

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