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— Não é que chamaram a polícia?
— Onde? Porquê?
— Por causa das pikenas do prédio ao lado.
— Então? O que aconteceu?
— Parece que brincam de mais…
— Brincam? Como assim?
— Aquelas coisas normais que fazem parte da vida de casal e que as pessoas deixam de fazer com o passar do tempo. Incomodam a vizinhança…
— Pois é. A construção já não é o que era.
— Um sinal dos tempos, é o que é. Não tarda comercializam máscaras para abafar a sensualidade.
— Que exagero…
— Deve ficar mais barato do que alugar um celeiro com palha para praticar fora do raio de audição dos vizinhos.
— Convenhamos, não é agradável ser obrigado a participar da intimidade dos outros.
— Também não é agradável não poder fazer as coisas que as coelhinhas fazem naturalmente em casa, só porque a maioria das pessoas já se esqueceu do que é bom.
— Queira ver o que a menina fazia se as pikenas morassem aqui ao lado.
— Punha-lhes um bilhete na porta: “Tenho crianças em casa que começam a acreditar que as abelhinhas a polinizar flores provocam pesadelos.”
— Muito engraçada…
— Ou: “Vivo do rendimento social e não tenho dinheiro para comprar tampões para os ouvidos.”
— Tenho a certeza que os vizinhos fizeram isso mesmo.
— Acha mais razoável chamar a polícia?
— Acho que os vizinhos tiveram, pelo menos, a oportunidade de agir em conformidade com as suas frustrações e empatar as fadas em grande estilo.
— Coitadas das fadas…
— Dê-lhes tempo, que também elas passam para o lado das frustrações.
— Santa Abacate lhes valha.
— Ámen.


Na Contramão_capa

Romance de estreia de Marisa Medeiros, brasileira radicada em Portugal há seis anos, Na Contramão é um romance de temática lésbica com a chancela da Zayas Editora. O livro foi lançado em 2010, no Queer Lisboa, com apresentação de Ana Pinheiro.

Tangas Lésbicas (TL): Há quanto tempo escreveu Na Contramão?
marisa faceMarisa Medeiros (MM): Foi escrito no final de 2008 e levou três meses a nascer. Depois foi para a gaveta com os outros.
TL: Quer dizer que já escreve há muito tempo?
MM: Sim, desde os doze anos.
TL: Que tipo de textos?
MM: Os mais variados, desde poemas a comédias dramáticas. Tudo muito ligado à imagem, muito visual. Para o teatro, sobre a história do Brasil, por exemplo.
TL: E que história conta Na contramão?Na contramão_ contracapa 001
MM: A protagonista, Angelica, conta a sua história sem pudores, sobre a sua trajectória pessoal, coming out, relação com drogas, álcool, as suas reacções e a aprendizagem que faz através das suas vivências, em busca da sua identidade. É uma coisa muito comum, infelizmente, as pessoas sentem que não se ‘encaixam’.
TL:  Não se encaixam onde?
MM: Sentem-se deslocadas, diferentes e desfasadas das suas as expectativas e das expectativas dos outros. Em nenhuma altura Angélica escolhe as drogas e o álcool por ser lésbica. E procuro sempre, na minha escrita, falar sobre o conflito interno do ser humano, independentemente dos rótulos.
TL: E onde decorre a história do livro?
MM: Em qualquer metrópole e pode acontecer no coração de qualquer ser humano.
TL: Tem um fim feliz?
MM: Obviamente. Para que serviria a Arte se não para mostrar que a vida é feita de escolhas? Por que não mostrar um caminho?
TL: Entretanto surgiu outro livro, certo?
MM: Mais três. Depois do naufrágio, editado pela Metanoia, no Brasil. E em fase de acabamento, Laços, que espero lançar também com a Zayas. O quarto é o Ciranda encantada, que fecha o ciclo destas quatro histórias, que estão interligadas. Fazem parte de um projecto a que chamei Mulheres Indiscretas. Cada livro tem uma estrutura de escrita diferente.
TL: Que razões a levariam a recomendar o seu livro às pessoas?
MM: É um livro que tem ritmo, ingenuidade, ilusão e não é muito fantasioso, apesar de ser ficção.

Também nós, no Tangas, recomendamos às primas este título da Marisa, que podem adquirir através do site da editora, pedindo-o por email e levá-lo de férias para ler na praia e em boa companhia.
Se quiserem melgar a autora com perguntas, façam o favor, aqui nos comentários ou para o email tangaslesbicas@gmail.com. As três melhores perguntas, feitas pela mesma leitora, têm direito a um exemplar do livro oferecido pela Ana Pinheiro, da Zayas Editora.


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All rights reserved by Tangas Lesbicas

— Para que é que a menina quer uma prima desempoeirada?
— Não é para fins pessoais, esteja descansada.
— Então para que é?
— Para governar o País, claro.
— O que é que isso tem de claro?
— Repare: em primeiro lugar, essa gente não se assume, coisa que uma prima é perfeitamente capaz de fazer.
— O que é que não assumem?
— Que são aquilo que toda a gente sabe que eles são, incluindo a menina, que está aí a fazer-se de novas e que sabe tão bem quanto eu, eles e toda a gente, o que são. Os políticos nunca saem do armário, é um facto.
— E acha que a prima sai, ou entra a correr quando se vir no poleiro?
— Com as outras primas todas prontas para fazer um pé de vento se ela não assumir? Está a brincar, não está?
— Não sei… Muitas primas também têm muito medo de se assumir.
— Para isso é que serve a discriminação…
— Desculpe?
— Discriminação, separação, dividir para reinar. Entende?
— Não sei se a estou a seguir.
— Passo a explicar: arranja-se a prima desempoeirada, que pode ser assim como aquela ministra das finanças mal encarada, a meio caminho entre prima-tia e camionista, cujo nome envolvia um produto lácteo…
— A Manuela?
— Sim, essa. Depois diz-se-lhe que as primas não a gramam e, às primas, diz-se que ela lhes tem raiva; aos primos diz-se que ela os adora e, ao governo, que ela é corrupta. Continua a seguir-me?
— Com toda a atenção.
— Muito bem. A seguir arranja-se forma de, alternadamente, ela fazer as pazes com parte das primas e parte do governo e, aos primos, contam-se todo o tipo de histórias para alimentar a incerteza.
— Não sei se vou ser capaz de continuar a segui-la.
— Não se preocupe, porque também não interessa nada; a confusão é uma aposta essencial neste processo todo. O que queremos é que o governo goste primeiro dela e a chame a governar; depois dela lá estar, alimentamos os boatos e as confusões. Quando tudo estiver bastante enredado e impossível de seguir, arranjamos assim uma coisa estúpida, do género não és mulher nem és nada, para ela se encher de brios e assumir que está no governo para roubar como qualquer outro. Com um bocado de sorte e fomentando bem as diferenças entre políticos, primas e primos, anda tudo à batatada e estabelece-se um novo paradigma.
— Qual?!?
— Até as primas desempoeiradas se deixam corromper por osmose num governo; logo, não há governo sem corrupção. Portanto, para eliminar a corrupção é preciso eliminar os governos. Chegou a época de eliminar todo e qualquer tipo de governo.
— Está louca! E como é que nos governamos sem governos?
— Tal e qual como agora: desgovernadamente. A vantagem é que isso é integralmente assumido.


Há quatro anos, algumas primas com sotaque decidiram lançar uma chancela dedicada à literatura lésbica, com tempero: a Editora Malagueta.
Laura Bacellar e Hanna Maryam Korich, as intrépidas estrelas do projecto, são as entrevistadas do Tangas. O nosso objectivo é compreender o que poderá levar duas mulheres aparentemente sãs a arregaçar as mangas e a atirar-se para o abismo desconhecido dos leitores de histórias de lésbicas.

Hanna Maryam Korich e Laura Bacellar, as editoras com picante

TL: Laura Bacellar, pelo que apurámos, antes de abraçar este projecto já tinha suficiente experiência editorial para saber que ia ter de escalar uns quantos everestes, se quisesse levá-lo a bom porto. Quer dizer-nos com quantos motores de alta potência equipou a sua nau para a tarefa?

Laura Bacellar: Pois é, eu tinha experiência por ter sido a responsável pelo selo editorial Edições GLS, que comecei em 1998 e por onde lancei 35 títulos explícitos, positivos e para cima, para a comunidade lgbt. Só que eu sempre senti que 1) as lésbicas ficavam sempre mais na obscuridade que os gays e as trans, apesar de eu ter cuidado de equilibrar os lançamentos para homens e mulheres; e 2) eu percebi que os canais tradicionais de venda de livros – vendedores, distribuidores, livrarias – não funcionavam muito bem para minorias que nem sempre querem se assumir para comprar algo de seu interesse.
Ou seja, apesar de ter publicado muitos títulos que acho muito importantes para a informação e a auto-estima das minorias sexuais, fiquei achando que faltava algo mais ousado e específico para lésbicas.
Quando a Hanna aparece na minha vida disposta a se aventurar nessa maluquice, nos lançamos.
Está sendo um bocado mais difícil do que eu imaginava, confesso. A homofobia internalizada, em especial das mulheres, faz com que desconfiem, demorem, não procurem livros que são de seu total interesse. É um trabalhão convencê-las de que os romances são bons, divertidos, interessantes! Que os livros de não-ficção também são pertinentes e ajudam a nos posicionarmos numa sociedade preconceituosa.
As que tomam coragem e experimentam em geral gostam. Gostam muito, temos até um grupo de meninas super fãs que se intitulam malaguetes, hehehe. E nossas escritoras têm fãs declaradas também. Karina Dias, autora de Aquele dia junto ao mar e Diário de uma garota atrevida é uma celebridade em alguns meios sapáticos.
Só que falta um tanto ainda para termos nosso bestseller lésbico, a Sarah Waters brasileira, digamos, que faça todo mundo correr para lê-la, se encantar com a história e terminar achando que lesbianismo é algo natural, afinal de contas, que não merece a energia que tanta gente gasta tentando escondê-lo.

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Hanna (à esquerda) e Laura (à direita), num sarau na Casa das Rosas, São Paulo

TL: Hanna Maryam Korich, apesar do boato que a situa numa aula de Cabala quando teve uma epifania sobre a aventura Malagueta, quer dar-nos a sua versão do acontecido?

Hanna Maryam Korich: Sou advogada e me graduei também em Comunicação Social. Como nunca aguentei a caretice do meio jurídico, e conto com certo talento para as artes dramáticas (afinal sou judia), acabei me tornando atriz também, quer dizer, regularizei algo que já fazia parte da minha personalidade. Depois de idas e vindas, arrombei o armário, me assumi lésbica publicamente e, junto com a Laura e algumas mulheres, fundámos a Brejeira Malagueta em 2008.  Os livros são fundamentais para todas/os, ampliam o conhecimento e os horizontes. Ampliar a cultura lésbica através de livros para mim significa aumentar a visibilidade das homossexuais, para que possamos ser aceitas pela sociedade e por nós próprias.
Confesso que foram os livros que me ajudaram a ter compreensão de mim mesma. Pensando na minha trajetória, entrei no projeto da editora para que outras lésbicas tivessem a mesma oportunidade.

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A assistência na Casa das Rosas

 TL: Laura Bacellar, o que acha mais apetitoso — as primas que lêem (devoram…) romances lésbicos, ou as que os escrevem? É verdade que as autoras de literatura lésbica têm tendência para escrever as aventuras que gostariam de protagonizar? Ou é um pouco mais complexo do que isso?

Laura Bacellar: Eu gosto das autoras, acho que têm uma conversa muito interessante. A Lúcia Facco, por exemplo, que é autora de variados livros lésbicos, inclusive Frente e verso, em parceria connosco, é um charme só. Inteligentíssima, até as meninas de 20 aninhos se encantam com ela, hehehe.
E claro que aquelas tramas todas têm que sair de alguma experiência pessoal, certo? A Karina Dias exala malandragem carioca, a Marina Porteclis de fato passou a adolescência em um engenho de cana-de-açúcar, a Lara Orlow é mesmo uma cigana lésbica. As histórias que elas criaram são reflexo do que viveram e do que fantasiam.

TL: Hanna Maryam Korich, com a sua formação jurídica, acha que a invisibilidade lésbica e das mulheres, na generalidade, é na verdade uma excelente forma de privar metade da população mundial da sua quota parte de direitos e da gestão do património histórico, cultural, social e económico do planeta? Acha que conferimos demasiada importância ao lado masculino do poder e nos esquecemos, também aí, de arrombar o armário? As lésbicas com sotaque brasileiro também têm medo de ser consideradas feministas (as portuguesas acham, regra geral, que o feminismo é um papão ainda maior do que o lesbianismo)?

Hanna Maryam Korich: Estou cansada de ouvir falar em articulações, conversas, pactos, negociações e parece que só uma parcela do judiciário brasileiro tem abraçado positivamente as causas homossexuais, com decisões favoráveis em várias instâncias, mas isso não basta para termos justiça e visibilidade – lésbicas e gays.
No Brasil precisamos fazer valer o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, criminalizar a homofobia e garantir proteção jurídica às uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, e total proteção contra ataques homofóbicos.
O resto… não interessa. Para que possamos ter um mundo livre e justo há ainda muito por fazer. Pois só pode haver liberdade e democracia onde não existam grupos discriminados.

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Mais primas com sotaque, com Hanna e Laura

TL: Laura Bacellar, pode dizer-nos o que faz para divulgar os livros da Malagueta? Como chega até às primas brasileiras e como tem vindo a evoluir o vosso trabalho de edição? Quantos títulos tem já a Malagueta? Quantos mais num futuro próximo?

Laura Bacellar: a Malagueta tem 10 títulos no momento, o que é pouco mas nós fazemos o máximo para divulgá-los. Eu acredito que é melhor publicar em pequena quantidade e fazer um esforço maior para o livro chegar à leitora. No nosso caso usamos a internet com um site (www.editoramalagueta.com.br), o facebook e o programa As Brejeiras. Fazemos também eventos a cada mês que propiciam às mulheres interessadas entrar em contato com a cultura lésbica, seja através de saraus, lançamentos, apresentações, discussões temáticas e até uma feira do livro lgbt. A gente acredita que a mulherada precisa entender como é bom ter locais, ilhas mesmo, em que a homossexualidade seja não só aceita como falada, explicitada, celebrada, analisada, festejada.

TL: Hanna Maryam Korich, o Tangas gostaria de contar com uma artista/jornalista tão multifacetada como a Ângela/Hanna Frog/Korich. Acha bem integrar a equipa do blogue com as suas ideias e entrevistas? (Acho que as primas daqui adorariam o reu contributo.)

Hanna Maryam Korich: Que convite bacana! Mas vou declinar neste momento. Quem sabe no próximo ano. Estamos batalhando para manter a Brejeira Malagueta e precisamos um pouco mais de tempo e dedicação…
Falei com a Laura que topou ceder as imagens dos programas gravados de Ângela Frog para o seu maravilhoso blogue. Que tal ? É só colocar no ar e tchan!!!!


Já parecem os discos pedidos, mas não resisto: Melissa, barge in please!


De 23 a 26 de Agosto há LW Camp 2012 em Góis.

As fotos do ano passado:
http://sembikini.ning.com/group/eventosleswork/forum/topics/ii-acampamento-leswork?xg_source=activity

Programa de actividades deste ano:
http://sembikini.ning.com/group/acampamentoleswork/forum/topics/programa-de-actividades-iii-acampamento-leswork-2012-1?xg_source=activity

Consulta a tabela de preços e inscrição:
http://sembikini.ning.com/group/acampamentoleswork/forum/topics/tabela-de-precos-e-ficha-de-inscricao-iii-acampamento-leswork-201?xg_source=activity

Inscrições efectuadas até ao dia 3 de Agosto terão um desconto de €5.


Vai na terceira sessão a nossa comunidade de leitura Lê-Las, no Porto, já no próximo sábado, dia 16. É bom confirmarem a vossa presença nesta iniciativa da Helena Topa e da Rita Gomes. Levem mais primas e mandem emails para receberem os textos que vão ser lidos e comentados. Desta vez vão ser mais dois contos da autora brasileira Naomi Conti, “Amor no tempo das flores” e “Metamorfose”. Primas que lêem são cool 😀

 



Ajudem esta causa comprando a música na Loja da Apple, ou clicando no like da página do facebook: https://www.facebook.com/TheLProject


— Are you painting-balling me?!?
Hã?
— É o II Paintpall Leswork, a 20 de Maio, perto de Cascais.
— Ai, valham-me todas as santas!
— Nada disso. Olhe só a propaganda: “Tens ar de quem não parte um prato mas gostas de partir a loiça toda? Mostra que és uma mulher de armas e vem jogar Paintball connosco! O II Paintball Leswork será no Domingo, dia 20 de Maio, perto de Cascais e terá início às 10h00. É muito cedo? Faz directa!”
— É adrenalina a mais para mim.
— Não seja molenga. Vamos lá dar cabo das garotas todas!
— Vou pensar no seu caso.
— Vou inscrever-nos!

A inscrição deve ser enviada ATÉ às 23h59 do dia 15 de Maio para lesworqueen@gmail.com até e deverá conter as seguintes informações:
1. Nome e data de nascimento (precisamos mesmo do nome e não do nick, para efeitos de seguro de acidentes pessoais)
2. Indicar o(s) nome(s) de alguma(s) amigA(s) que queria(m) vir contigo, caso ainda não esteja(m) registada(s) na rede Leswork.
3. Se levas carro, se pretendes boleia ou se vais lá ter por tua conta.
(Se levas carro podes ter a gasolina/gasóleo pago, até um valor máximo de 10€/7,50€ respectivamente. Para isso terás de te inscrever na opcção 1 (Viagem+Evento) e disponibilizar 4 lugares na tua viatura. O pagamento é feito no caso do carro ir com os 5 lugares preenchidos e mediante apresentação de recibo.
Preços:
Opção 1 – Viagem+Evento – 30€/pessoa.
Opção 2 – Apenas Evento – 28€/pessoa.
O preço do Evento inclui marcador, máscara, fato de macaco, 300 bolas, colete, luvas, seguro de acidentes pessoais e acesso a todos os cenários de jogo do campo durante 4 horas.
09h00
Encontro à saída da Estação do Oriente,
no estacionamento em frente ao CC vasco da Gama.
10h00
Inicio dos Jogos de paintball
16h00
Pic-nic e convívio pela tarde (traz a tua comida e bebida, creme protector, jogos, cartas ou bolas e roupa confortável)
Depois de enviada a tua inscrição receberás um e-mail a confirmar a tua pré-inscrição e ser-te-á enviado o NIB para o qual deverás fazer a transferência. A inscrição ficará concluída no momento em que nos enviares um scan ou uma foto do comprovativo de transferência.
Este evento vai ser de matar! 😉
P.S. – Qualquer dúvida deverá ser esclarecida paralesworqueen@gmail.com


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Iniciativa de Helena Topa e da Porto Arco-Íris, vai começar uma Comunidade de Leitura de Temática Lésbica.
Uma excelente oportunidade para cuscar os contos de e sobre primas, que a organização se prepara para apresentar a quem quiser sentar-se com eles, ouvir e discutir.
As sessões têm lugar na Associação Cadeira de Van Gogh (Rua Morgado de Mateus, 41, ao lado da Biblioteca Municipal de São Lázaro), das 16h às 18h, dias 5 e 26 de Maio, e 16 de Junho.
Podem começar a contactar a Helena Topa e a Porto Arco-íris para mais pormenores e marcar a vossa presença.

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